Sábado, 30 de Outubro de 2010

A verdade dói

Ocultar uma verdade ou mentir,para muitos é apenas um acto natural, para outros, a necessidade de defesa a reacções adversas e efeitos colaterais que resultam sempre, na descoberta de questões de carácter pessoal.No entanto dizer a verdade, é um acto de pura honestidade e sabedoria que permite solidez nas decisões, servindo como salvo conduto no respeito e admiração que os outros passam a ter por nós. Dizer a verdade é, ter a coragem de assumir os nossos próprios erros, é respeitar a individualidade dos outros, é respirar sem ter que engolir em seco, é olhar os outros sem cumplicidade, dizer a verdade é caminhar por uma estrada sem desvios e sempre com o destino à vista. Que a verdade nas próximas gerações, seja uma das características de maior valor da sociedade.

 

Autor do texto: José Carvalho


publicado por José A. Carvalho às 15:12
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Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010

O incrivel CR7

 

Sou um adepto incontestável do futebol e a magia em campo de Cristiano Ronaldo, supera o comum dos mortais. Temos que reconhecer que aos bons, o mérito nunca lhes deve ser negado mesmo quando, o azar lhes bate à porta. No relvado, a mestria de CR7 é divina e o toque na bola, igual ao som de um violino que segue afinado a sua orquestra, numa verdadeira interpretação do "Danúbio Azul". Ao maestro das quatro linhas, o desejo de todos, é que os seus pés nunca falhem as estrofes, do som que faz estremecer os grandes palcos do futebol, quando todos cantam em conjunto, GOLO!!!

 

Autor do Texto: José Carvalho


publicado por José A. Carvalho às 21:00
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Sem palavra

A alvura de um dignitário não lhe confere o direito de usar palavras a titulo de promessa, que jamais as poderá cumprir. Prometer é um gesto comum,quando o nosso subconsciente se limita a reagir à realidade sobre os factos, que a nossa consciência sabe serem ou não difíceis de transpor.O acto de reconhecer um erro é sempre sinónimo de coerência e humildade, o inverso,mais praticado no dia-a-dia, está sempre conotado com pessoas garridas que, em regra geral gostam sempre de alvitrar. Ser eloquente é uma característica que permite, usar a fraqueza de quem em nós acredita, e desfrutar do sucesso, em que o fim justifica os meios. Mas o tempo,esse majestoso e sempre eterno pendor da vida,tudo fará para ser justo no momento apoteótico de demérito.

 

Autor do texto: José Carvalho


publicado por José A. Carvalho às 01:09
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Terça-feira, 26 de Outubro de 2010

Dever de Responsabilidade (DDR)

O video em anexo enviado por um amigo atento ao que se passa no Mundo, retrata na perfeição a realidade da Suécia, no que concerne a direitos e deveres de quem governa.Curiosamente a Suécia com 8,8 milhões de habitantes, tem uma economia das que mais se destacam na Europa (indústria florestal, de mineração, veículos automóveis, borracha e aço) e com serviços públicos, como a saúde e educação mais elogiados do planeta. É de facto um país em que o exemplo é dado pelos seus próprios governantes. É claro que nada é comparável, água será sempre água e vinho será sempre vinho, mas de tempos a tempos seria muito bom ter em Portugal mais do que não fosse, água pé. A mudança só será possível quando saírmos da zona de conforto e cada um por si, mas em uníssono, trabalharmos apenas e só com um único objectivo; aumentar o DDR.

 

Autor do Texto: José Carvalho


publicado por José A. Carvalho às 12:52
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Sábado, 23 de Outubro de 2010

Salvem-nos da Crise

 

Vivemos novas regras, que ditam o futuro incerto de todos os que a pulso levam para suas casas alguns trocos de conforto. O impacto destas alterações, resulta como é óbvio, em profundas mudanças no status quo da sociedade e a família essa, como elo mais importante da conquista de valores fica de facto comprometida. Viver, esse milagre que a vida nos oferece a troco de nada, será para alguns a única razão que os fará levantar a cabeça e aprender novamente a caminhar, passo a passo, na expectativa de quem em tudo acredita. O dinheiro, esse filho da mãe que só reconhece  um dono, o que faz parte de 1% da Humanidade e que detém 80% da riqueza mundial e curiosamente o dono, esse, trata-o tão mal porque não sabe e/ou não quer torná-lo mais sociável. Mas nós que soubemos sempre gerir os contratempos de tempos a tempos, daremos mais uma vez, uma lição aos que só com o poder o conseguem fazer.

A bem de um futuro melhor, salve-mo-nos  da crise.

 

Autor do texto: José Carvalho


publicado por José A. Carvalho às 23:57
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Quinta-feira, 21 de Outubro de 2010

Ponto de Encontro

Solilóquio, contemplo o cenário da paisagem que me rodeia. Os dias sucedem-se, os anos passam e cada momento nunca se repete na sua perfeição; contudo resta a memória. Relembro, naquele ponto de encontro, os dias amenos, o azul empírio, o Sol que incidia no olhar vivaz, daqueles que por ali paravam. Filhos e pais conversavam, remando ao sabor da brisa plena de harmonia. Na ilusão de um futuro sem fronteiras, vivi o encontro entre os meus e o passeio apaixonante, de ansiedade e aspirações. Sentir a Natureza e desabafar com ela a nossa acídia, era de facto o que todos desejavam. A solicitude desvanece e lentamente, tudo se torna diferente, quando o Homem se esquece de si mesmo.

Hoje, tudo é insipidez, gesto falso, destes que passam de costas voltadas, indiferentes ao esplendor de outrora, marcado pela corrente do tempo. Das folhas caídas, umas são levadas pelo vento, numa viagem sem regresso, outras acompanhadas pela recordação de uma imagem querida, lembrada com saudosismo e abalada pela magnitude da Natureza e do poder.

Ao longe, uma criança brinca, exercitando o seu minucioso corpo, que me faz reflectir. Sim...

Existe a esperança de um novo amanhecer, onde nada termina e tudo começa, no desabrochar de uma flor, no destino incessante, na luta árdua deste Universo móbil que todos amam e chamam Terra!

 

Autor do texto: José Carvalho


publicado por José A. Carvalho às 00:19
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Sábado, 16 de Outubro de 2010

Técnicas de Vendas - Vendedor por excelência

Vender é uma das profissões mais antigas do mundo e a venda um processo que evolui a cada momento e está na base de qualquer negócio.Sem olhos, ouvidos e a intuição de um bom vendedor, qualquer negócio tende a fracassar. Ao contrário de que muitos pensam, vender é uma profissão digna e só alguns terão a felicidade, de serem afortunados pelo dom e a arte de saber vender. No mercado actual cada vez mais competitivo, a venda pela habilidade e/ou simpatia, já não faz mais sentido porque, as ideias e/ou produtos que o mercado disponibiliza estão próximos entre si no que concerne ás características e preço, sendo a oferta maior que a procura. Perante este cenário, as empresas que tudo farão para ocupar uma posição de destaque no mercado onde se inserem, devem apostar mais no produto interno chamado "Vendedor". Na minha humilde opinião e como profissional de vendas, nada conduz melhor ao sucesso em vendas, que uma excelente preparação que permita identificar os potenciais clientes. O planeamento e a preparação sistemática, mantêm-nos atentos em relação aos nossos objectivos de vendas, fornecendo-nos indicações antecipadas em caso de necessidade de mudança de rumo.

Os vendedores de sucesso, provêm de várias origens e correspondem a um conjunto de personalidades, no entanto, existem várias qualidades comuns que determinam as probabilidades de sucesso, caracterizadas pela tenacidade, ambição, organização e desejo de vencer. Em geral os melhores, são bons a definir objectivos e a trabalhar com elevado grau de exigência de acordo com os padrões de cultura e estratégia das empresas. A mais valia de uma empresa como fonte de riqueza são de facto as pessoas  e as que trabalham na pele de vendedores, devem ser motivadas, direccionadas e auto-geridas, usando todas as capacidades e métodos desenvolvidos  como, comunicação, capacidade analítica para melhor avaliar clientes, situações, problemas, soluções e oportunidades. Um profissional de vendas hoje, deve conhecer os seus clientes, os seus negócios, as suas aplicações, ser um elemento de equipa que deverá estar em constante adaptação ás necessidades do seu cliente.


Para o sucesso nas vendas o vendedor deve:


1.  Conhecer os seus produtos, ideias e/ou serviços

  • O conhecimento gera segurança e controlo

2.  Conhecer o seu mercado

  • Identificar o seu potencial cliente, que lhe dará uma imagem geral das suas actividades e consequentemente, das suas próprias necessidades

3.  Planificação e gestão do território

  • Criação de um plano de acção, analisando recursos e metas a atingir, atribuindo a cada cliente o seu real valor

Depois de ser efectuada a análise da segmentação do mercado e a classificação de cada cliente com o respectivo potencial, os vendedores deverão ter sempre presente que 80% do rendimento do seu negócio, virá provavelmente de 20% dos seus clientes. Relativamente à gestão do território, o mesmo está directamente relacionado com a gestão do tempo (tema desenvolvido no post de 21 de Setembro de 2010). Planear é antecipar o que pode acontecer e criar alternativas, tendo sempre em consideração, a rentabilidade dos contactos a efectuar. Outro aspecto relevante e talvez um dos mais importantes, será o de estar com quem ainda não é nosso cliente o maior nº de vezes possível porque, a nossa presença constante aumentará a probabilidade dele necessitar um dia do nosso produto e/ou serviço (estar na hora e local certo, com o cliente e o produto certo). A venda é um jogo de números e quanto mais pistas criarmos, mais clientes potenciais teremos, e mais clientes potenciais significam mais vendas. Para um vendedor o tempo é o bem mais precioso que tem em vendas e o erro maior é desperdiçá-lo. Para terminar estas breves considerações, não esqueçam que a venda começa, quando o cliente diz não e se o mesmo já tem o produto da concorrência pode ser um bom sinal, dado que tem pelo menos, uma necessidade básica e uma das regras que aprendi nas vendas é: "Insisto, insisto, mas nunca desisto".

 

Obrigado pela v/atenção, em breve será publicado um post sobre "Técnicas de Vendas"

 

Autor do texto: José Carvalho


publicado por José A. Carvalho às 03:47
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Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010

A verdade da mentira

Não devo favores a nenhum partido, não faço da politica a minha vida, mas como cidadão estou atento a quem me governa. Como homem de um País, que ainda me orgulho pertencer, critico os que fogem com a palavra à verdade e usam o poder para calar os que ainda têm voz. Sei que o meu contributo será cada vez mais necessário, sei que o futuro dos meus filhos está hipotecado, mas tenho a certeza que ninguém mudará a vontade de um povo.


Autor do texto: José Carvalho




publicado por José A. Carvalho às 01:19
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Quinta-feira, 14 de Outubro de 2010

África Minha (1962-1975)

 

 

O puto franzino e russo como todos o conheciam na terra com cheiro a África chamada Angola, era tão negro que de branco, só tinha a cor da pele. Mas a história deste puto, não é tão diferente de todos os outros que, conviveram de mão dada com aqueles que na mata e com a mata nasceram e viveram. A terra que os viu crescer, será sempre testemunha e companheira da verdade feliz de outros tempos. O pirão que ele comia com a própria mão, acompanhado pelo excelente peixe seco, tinha o sabor da comida servida nos melhores infantários de hoje. Lunda, Saurimo, Malange,Vale-do-Queve, Chinguri entre muitas outras zonas onde viveu e conviveu com os da sua idade, aprendendo mesmo algumas palavras em Quimbundo e Umbundo que lhe permitiram conhecer, as origens dos povos do quimbo. Do convívio com os seus amigos, ainda se lembra das festas à noite, iluminadas apenas com a luz dos faróis do Land Rover. As danças tradicionais e sempre na presença de muquiches (homens mascarados com adereços(capim seco) e missangas nos pés e braços) e o som das marimbas, kissanji e jembes contagiavam qualquer dos presentes a acompanhar o ritmo. O puto franzino foi crescendo, e apaixonou-se ainda mais pela terra que o ensinou a crescer, e na escola onde começou os seus estudos, era o branco mais negro da turma que de diferente só tinha a cor da pele. Da terra com cheiro a África, não se esquece dos dias sem horas, do mato sem perigos,dos homens sem maus instintos, dos frutos com sabor, da amizade sem favor, das noites ao luar, das conversas com assunto e da sensação de bem viver. Mas o puto franzino e russo lembra-se que tudo mudou naquela manhã de céu azul, numa terra chamada Huambo,quando ouviu as primeiras rajadas de AK-47. Que bom ter conhecido aquele puto, franzino e russo,  que era o branco mais negro de Angola que de diferente, só tinha a cor da pele.

 

Autor do texto: José Carvalho


publicado por José A. Carvalho às 23:47
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Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010

Medocracia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tudo começa onde tudo termina e a consciência do meio termo ou bom senso das nossas atitudes está em saber onde termina a nossa liberdade e começa a liberdade do outro. Estados de liberdade necessitam a todo o custo de um equilibro, entre direitos e deveres mas regra geral, o primeiro é activamente dominante quando os nossos interesses prevalecem. Cada vez mais, temos dificuldade em sair da nossa zona de conforto e estender a mão a quem mais necessita porque temos "medo" que, ao fazê-lo o nosso risco de tudo perder, aumente drasticamente. Mas também a verdade é que, em alguns casos, aqueles a quem estendemos a mão acabam por devorá-la sem piedade. O medo faz-nos perder autoridade moral, mesmo quando a verdade está do nosso lado, no entanto, precisamos de ter medo na medida em que nos ajuda a proteger dos perigos  e nos dá certas doses de prudência, para não dizer-mos o que realmente pensamos, ao nosso chefe ou para não abandonarmos o nosso local de trabalho, sem outra opção laboral. De certa forma o medo equilibra certos impulsos que temos desde pequenos. A sociedade ou o estado social nem sempre se move por interesses comuns mas sim pelo "Zé vai Maria vai" e é esta atitude que nos faz perder identidade quando vivemos num estado de direito. Os anos passam e as realidades de cada um, enquanto individuo, vão-se alterando, perdendo gradualmente a perspectiva  do Eu pelo Nós com a consciência decadente de um corpo frágil enquanto matéria e de um pensamento volátil, que o tempo se encarrega de absorver. Com a decadente forma do Ser, aumentará o medo do Querer e do Fazer e acabará sempre por perpassar pelas gerações seguintes.Vivamos conscientes das nossas capacidades, procurando sair da zona de conforto na expectativa de olhar o futuro com mais optimismo e afastar o medo na altura de tomar decisões.


Autor do Texto: José Carvalho


publicado por José A. Carvalho às 00:37
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